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Ferramenta da qualidade : Fluxograma – Origens e benefícios

Tempo de leitura: 2 min

Escrito por Gaby Sabino

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Iniciaremos uma série de posts relacionados algumas ferramenta da qualidade, iniciando com o fluxograma. Para que exatamente uso um fluxograma? Como faço um fluxograma? Quais ferramentas utilizo para criar um fluxograma? Leia este post e fique craque em fluxogramas.
 
Já vimos anteriormente que um fluxograma (flowchart) é a ferramenta mais adequada para visualização das etapas de um processo, a qual facilita o entendimento das relações de um processo ou sistema, ou seja, é um tipo de diagrama (um desenho) que representa graficamente uma sequência de eventos, os passos de processamento e as decisões tomadas durante um processo.

Também é chamado de carta de fluxo de processo, gráfico de seqüência, gráfico de processamento, dentre outros.

O primeiro fluxograma foi apresentado por Frank Gilberth aos membros da American Society of Mechanical Engineers (ASME) (Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos) em 1921 em uma reunião chamada “Process Charts – First Steps in Finding the One Best Way”. Após sua apresentação, a ferramenta passou a fazer parte do currículo do curso de Engenharia Industrial. O engenheiro industrial Allan H. Mogensen começou a capacitar alguns homens de negócio a utilizarem esta ferramenta no início dos anos 30.

E não parou por aí, em 1944, um aluno de Mogenses, Art Spinager utilizou esta ferramenta na Procter Gamble em um dos seus programas de melhoria. Em 1947, ASME adotou um conjunto de símbolos derivados do trabalho do Gilberth, ficando famosos nos computadores em 1947 através do Goldstein e von Neumann.
 
Falconi afirma que o fluxograma no gerenciamento tem dois objetivos, como a seguir, sendo o inicio da padronização:
 
         1) Garantir a qualidade
         2) Aumentar produtividade
 
O fluxograma possui diversos benefícios, dentre eles podemos citar:
  • Facilita a compreensão do processo de trabalho;
  • Mostra os passos necessários para a realização do trabalho;
  • Documenta e padroniza o processo;
  • Demonstra a sequência e interação entre as atividades/projetos;
  • Facilita a consulta em caso de dúvidas sobre o processo;
  • Mostra as responsabilidades e relações entre etapas e áreas envolvidas no processo;
  • Permite identificar gargalos, complexidades, atrasos, ineficiências e desperdícios;
  • Melhorar o grau de análise;
  • E outros mais.
No Japão, Kaoru Ishikawa (1915-1989), considerou fluxograma como uma das principais ferramentas de controle de qualidade, junto com ferramentas complementares, como o Histograma, folha de verificação e diagrama de causa e efeito, muitas vezes chamado de diagrama de Ishikawa.
 
Aprenda mais sobre fluxograma e ferramentas da qualidade nos próximos post desta série.
 
Até a próxima!
 
Forte abraço!
Gaby Sabino
 
 
Fonte:
Verdadeiro Poder – Vicente Falconi
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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